sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Todas aquelas palavras se perderam.

É com lágrimas nos olhos que escrevo esse texto, e logo eu que jurei não mais chorar por besteiras ainda mais com relação ao amor, a essas bobagens (sim, isto mesmo, o amor é uma bobagem, uma perda de tempo), logo eu que fiz a promessa boba de não me apegar mais a ninguém, logo eu que sou tão emotiva... É meu amigo, não tá fácil, viver não é nada fácil.
Passei a madrugada chorando pra ver se hoje isso amenizava, mas nada, o buraco no meu peito só aumenta... A olheira aumentou, a choradeira aumentou, a sensibilidade aumentou,  a dor aumentou, e tudo dentro de mim se dilacerou. Dizem que a dor nos faz poetas, eu tô aqui, escrevendo que nem uma retardada para ele, logo ele que nem vai ler, que nem vai sofrer, se abalar como  eu. Sabe, fins de relacionamento me batem uma tristeza, uma sei-lá-o-quê, ai meu deus, é tanta coisa que ando guardando aqui dentro ultimamente que não consigo nem transpor tudo para o papel.
Ai, como eu queria que as coisas fossem mais fáceis, como eu queria não ter coração, como eu queria não sentir tanto, como eu queria... Até quando, meu deus? Até quando vou parar de me doar, de dar meu coração de bandeja por aí?
Eu queria ser tanto, mas tanto alguma coisa na tua vida, que acabei sendo nada.

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