sábado, 26 de maio de 2012

Porque o amor, como a morte, também existe - e da mesma forma dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte - pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) - , nos desarma. O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.

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