quinta-feira, 31 de maio de 2012


Estou prestes a despencar de um abismo
Assista minha morte
Prenda-me num caixão
Apague as velas
Arranque meu coração
Faça-o sangrar
Inume minha alma em um mausoléu
Leve-me ao vale da morte
Mostre-me o caminho
Já não suporto mais
Arrasto-me pelo chão
Suplico pelo fim
Estou a despencar
Não há nada nem ninguém para segurar-me
Apenas a brisa está a soar em meu ouvido
Revelando-me fúnebres palavras até então ocultas
Nostalgia toma conta de meu ser
Estaria eu livre?
Esta sendo executado um funeral de sangue em meu nome
Anjos rezam por aquela alma torturada
Anjos choram por mais uma tragédia
A morte deixou em meu caminho
um rastro de pecados e sangue impuro

Hoje jaz mais uma mórbida alma
Estaria eu livre?

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