segunda-feira, 30 de abril de 2012

Acontecimentos

"... eu espero acontecimentos...
E aí, eu nem sabia que era feliz de ter você...
Um longe do outro, morrendo de tédio e de ciúmes...
O que é que há coá com nós, o que é que há com nós dois, amor... Me responda depois...
Como pôde queimar nosso filme..."
                     Marina Lima, Acontecimentos

Decorei  a letra, porque a gente sempre decora as letras de músicas que contam um pouco da história que a gente tá vivendo.

sábado, 21 de abril de 2012

Bom, é desconcertante vir aqui e dizer isto, mas, vamos lá. Eu hoje tomei uma decisão muito difícil, talvez a mais difícil da minha vida. Decidi que vou excluir esse blog, é doloroso dizer isto, logo eu que sou apaixonada por isso aqui, mas decidi que já não posso mais. Eu já não consigo expressar a minha dor. Mas o que dói mais, é saber que ele já nem se lembra de mim, e esse blog me lembra tanto ele. Eu sei que lutei muito pra ter esse meu cantinho, mas espero que compreendam a minha dor. 
E se um dia eu decidir voltar... Qualquer coisa, dou um sinal.




                                 Atenciosamente, Demii

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Medo.

O nome dessa coisa de querer por perto quem a gente aprendeu a amar não é burrice, é medo. Porque depois que esse amor nasce a gente tem medo de ficar sozinho. De acordar de madrugada de repente não ter mais pra quem ligar, alguém pra quem dizer: 'Ei, não consigo dormir, conversa comigo'. E então conversar.
Por isso te escrevo. Porque eu já precisei de uma mão, porque eu já tive um amor assim desses tão bonitinho que a gente lê nos livros e agradece quando aparece. E esse amor que eu cuidei e deixei crescer por dentro um dia foi embora e eu não pude dizer 'obrigado por nascer em mim'. ou um 'até a próxima'. Ele morreu antes de se despedir e eu fiquei sozinha num canto escuro tentando entender o porquê.
Agora vem cá, me diga... Vai passar. Não agora, talvez não amanhã, eu sei que passa. Me dá a mão, me ajude, me faça ver que o dia amanhece mais bonito depois que a gente acorda cansada de um pesadelo.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Untitled.

Estou com borboletas no estômago. É um inferno. Borboletas de todas as cores habitam no meu corpo e tem dia que eu nem quero saber que dia é.
E como elas estão mesmo lá! Esperando. Sentindo. Vivendo comigo minha pior história. A mais triste.
E eu de coração apertado feito parafuso enferrujado, só queria que ele estivesse aqui, sendo o meu namorado. Simples, né? Só não dava pra sacar porque não rolava mais. Ele havia enchido meus dias de um sol tão forte quanto a tristeza que sinto... E eu, que fiquei durante tanto tempo comendo jujubas na frento do computador, esperando dias melhores...
Não sei ao certo o que ele pensa de mim, de meus desejos, das histórias que conto e de coisas que, se não sei, invento... Mas certa estou de que ele compreende... E aí, que será de mim?

Esse é mais um daqueles meus textos sem nexo.

A vida era periclitante. Eu amava o mundo, amava o que fora criado - amava com nojo. A vida é horrível... Tenho medo.
As pessoas ajudavam a fazer-me sentir que estava "bem". Sem me fitarem, ajudavam-me a esquecer, fingindo elas próprias o esquecimento como se tivessem lido a mesma bula do mesmo vidro de remédio. Ou tinham esquecido realmente, quem sabe. As pessoas têm que ter um sentimento, não importa qual, porque ele tem que procurar alguns desses sentimentos para poder falar, reclamar, se gabar, porque os seres humanos são um bando de retardados mais irracionais que um peixe fudido que passa a vida em um aquário de qurenta centímetros quadrados.