sexta-feira, 1 de abril de 2011

Need you now.


Tu me prometeste que jamais me faria chorar... E aqui estou eu, mais uma vez chorando... Doi não saber de ti, com quem estás, o que está fazendo, tu pensas que eu não sinto amor, que eu sou de pedra? Eu sinto, meu querido e pior, sinto até mais que tu. Doi saber que estamos separados e doi mais ainda não te ter para enxugar as minhas lágrimas.
Tu que me fizeste tão feliz outro dia, agora tão longe de mim, do meu coração, dos meu braços. Nós que juramos nunca nos perdermos, estamos nos perdendo cada dia que passa. Eu já deveria saber que juramentos nunca são pra sempre, porque o tempo se encarrega de desfazê-lo.
Pra tentar burlar a dor, eu faço sorvete (aquele que tu me ensinaste) e até lembro-me de tu fazendo-o, tão lindo e tão meu, mas a realidade fere-me e aumenta ainda mais esse buraco desgraçado que me corroi por dentro. Naquele dia, eu queria te pedir que me abraçasse o mais forte possível, mas tu fizeste sem eu nem ter pedido, queria ter te pedido também que não me deixasse nunca, queria tanto ter-te comigo um pouco mais, adiar essa dor de me sentir sozinha. Sei que nada sou, sem você do meu lado, nada sou... Ai, meu Deus, como ele aperta (a dor) cada vez que escrevo essas linhas mal traçadas.
Em frente à droga de PC eu ouço uma música, a que deveria ser a nossa música e a repito um trilhão de vezes, na tentaiva de tu me ouvires cantar com o péssimo inglês e então grito:
"It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now."
E de repente a chuva cai, e me pergunto: Será que tu também a sente? Elas são minhas lágrimas, sabia? Elas te molham a alma, mas não sei se tocam teu coração, será? Por favor, tenha dó de mim, volte, eu apenas preciso de ti agora. E sinta, meu coração palpitando novamente.

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